Tecnologia do Blogger.

Fomos à estréia de "Jogos Vorazes: A esperança - O final"

Katniss na roupa de Power Ranger Vermelho que
ela não usa no filme. Ainda bem
   
   A saga que conquistou jovens pelo mundo chega ao fim com o filme “A esperança – O final” ou parte dois, chame como quiser. O longa que põe ponto final a revolução iniciada por Katniss (Jennifer Lawrence) na arena dos Jogos Vorazes, adapta de uma forma única o fim do livro as telonas.

    Quando anunciaram que o livro “A esperança” da Suzanne Collins seria dividido em dois filmes, muita gente reclamou e questionou o objetivo de somente lucrar com mais um filme para a franquia. 
Mas, com a conclusão nesse segundo filme, os telespectadores podem comprovar que essa divisão foi necessária e eles souberam trabalhar o que iria ser contado em cada parte do último capítulo dessa história.

   Novamente tenho que ressaltar a questão de perspectiva em terceira pessoa que o filme nos dá. O livro escrito em primeira pessoa, quando adaptado para as telonas, ganha cenas extras devido a possibilidade de se enxergar os fatos não somente pela visão da Katniss. Essas cenas sem dúvida alguma fazem qualquer fã pirar e compreender melhor o que aconteceu no livro.


   O enredo foi bem preservado todas as mortes também, as alterações foram poucas e adições ou contrações foram bem calculadas. E para quem gosta de um romance, o filme tem uns extras nesse quesito.  Prometo não dá spoiler, mas gente, beijos vão rolar.

   As cenas de ação foram bem produzidas e os efeitos 3D acrescentaram emoção ao filme como um todo. Confesso que levei sustos, pirei e gritei muito alto em determinada parte do filme. Ao menos a sala que estava, por conta do horário, se encontrava vazia, então poucas pessoas presenciaram a minha loucura.

   As atuações, como sempre, maravilhosas. Os personagens novos que foram introduzidos à história, principalmente as figuras femininas, são fortes e bem construídos. Destaques pros antigos que passaram por mudanças como o Peeta (Josh Hutcherson), a Johanna (Jena Malone) que já era louca mesmo- e a Katniss (Jennifer Lawrence) que dispensa comentários.

   Para quem ainda vai ao cinema, não perca a oportunidade e se possível assista em 3D. Sério, pagar um pouco mais vai valer no final. E pra quem já foi, além de deixar a opinião nos comentários continua lendo o post que vou dá minha opinião numa parte com spoiler. Se ainda não assistiu, pare de ler agora mesmo. Se já assistiu, rola a página pra baixo e vamoquevamo.


Vamos por partes.

  • Primeiro, o que foi aquela cena com aquele liquido preto subindo pelas paredes? Fiquei tenso pra caramba e não lidei com a morte de Boggs um pouco antes. Fora a Catnip persuadindo todo mundo que na verdade já sabia que ela tava mentindo.

  • Não queria que o Finnick morresse, fiquei a cena inteira esperando os bestantes aparecerem e quando apareceram eu gritei de susto, mas que susto. Me tremi todo. Ainda tinha esperança do Finnick sobreviver ao ataque zumbi, mas no finalzinho da cena tive que lidar com triste fim do Odair.
  • A Katniss já pode ganhar o troféu de vassourinha do ano, beijou um, depois o outro e foi assim, até que finalmente se decidiu. Também já tava na hora, mais um pouquinho e ela pegava uma herpes ou um sapinho do distrito 12.
  • A cena da Catnip dançando com a Prim –uma explosão de pessoa- me deixou um pouco tonto, o 3D bulgando cérebro de um míope.

  • Para mim faltou emoção na cena da morte da Prim, sei lá, mas esperava ficar triste, mas não rolou. Acho que já tinha superado a situação.

  • NÃO LIDEI COM O DISCURSO FINAL DA COIN! Pediu pra morrer, mas que texto perfeito e que atuação. A cara do Snow sem dúvida foi épica.

  • O epílogo ficou lindo, só não superei a cabeça enorme do bebê no braço dela, mas a criança brincando com o Josh era a coisa mais fofa do mundo. E o texto final faz qualquer fã ficar nostálgico. 



Um lindo final para uma história incrível. Até o próximo post.